Blog

Avaliação do Usuário: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

mindful article

por Miguel Nisembaum

A pressão e velocidade do mercado hoje levam as lideranças a serem mais reativas e menos proativas. Existe uma tecnologia milenar que pode contribuir muito para reduzir esta reatividade: Meditação..

Nós pensamos que o nosso processo de tomada de decisão é racional, mas na maioria das vezes nossas emoções e crenças arraigadas são quem nos fazem buscar os dados e informações para selar aquilo que já havíamos decidido. O que chamamos de viés cognitivo.

Isso contribui para uma série de erros cognitivos que podem trazer um impacto negativo em nossas decisões.

Esse viés vem de várias fontes: do excesso de informação, do pouco questionamento da informação recebida, da influência do pensamento de grupo, da confirmação de conceitos já estabelecidos em nossa mente, e finalmente da falta ou do excesso de confiança em nós mesmos.

Avaliação do Usuário: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

97430257

por Miguel Nisembaum

No hoje assustadoramente longínquo final dos anos 90, foi dado o alerta de que as empresas travariam uma guerra por talentos. 

Dizia-se que o sucesso futuro das organizações dependia da capacidade de atração, desenvolvimento e retenção de colaboradores talentosos. Um ativo que seria cada vez mais valorizado e com alta demanda.

Essa guerra parece ter sido perdida de todos os lados.

Claro que temos colaboradores que contribuem com excelência e trazem resultados importantes para as empresas, mas eles são a exceção.

Avaliação do Usuário: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

boatstorm

Imagine uma tripulação de um barco que está principalmente concentrada em garantir que ele não afunde, todos de lá para cá com seus baldes jogando a água fora do barco. Enquanto isso velas, motor, aquilo que poderia afastar a embarcação da tempestade e leva-la a bom porto ficam esquecidos.

Na época que vivemos, muitas empresas montam os seus planejamentos estratégicos, com todas as ressalvas que a situação impõe.

Afinal, vivemos em tempos onde a vulnerabilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade (VUCA) imperam.

O método tradicional utilizado pela grande maioria das empresas ao estabelecer um plano estratégico é famosa Matriz SWOT (Fortalezas, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças).

O problema é que esta Matriz acaba reforçando um traço cultural que é a concentração de energia gasta em olhar o que nos falta e o que nos ameaça, somos treinados a ter esse olhar desde pequenos, já que o sistema escolar ainda segue este modelo.

Avaliação do Usuário: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

hobbytrabalho1

por Miguel Nisembaum.

Se a grande maioria de nossas escolhas profissionais acontecessem como quando escolhemos um hobby seriamos mais felizes e produtivos.

Alguns elementos para fazer uma boa escolha de um hobby e por que não dos próximos desafios do trabalho.

1-Interesses:

 

O ambiente, é sem dúvida um fator que pode contribuir para essa escolha.

Se desde cedo tenho acesso e exposição a uma variedade de temas consigo ampliar meu repertório de escolha. (Várias modalidades de esporte, exposição a natureza, literatura, cinema, conhecimentos gerais, quadrinhos, games, diferentes estilos de música, culturas e realidades sociais).

Interesses aparentemente desconexos além de ampliar conhecimento podem contribuir positivamente para abertura a novas experiencias e criatividade. Segundo Scott Barry Kaufman pesquisador da University of Pennsylvania a abertura a novas ideias e experiencias contribui para resultados mais criativos.

Avaliação do Usuário: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

 capasm

O ritual anual de avaliação de desempenho é doloroso, por obrigar gestores a ranquear a performance, rotular e dar um número para tudo isso.

Tanto líderes quanto  colaboradores consideram esse processo demorado, subjetivo, desmotivador e não trazem  informações relevantes para a empresa. Contribuindo pouco ou quase nada para melhorar a performance dos colaboradores e podendo até ter o efeito contrário, minando o engajamento das pessoas.

De acordo com pesquisa feita em 2014 pela consultoria Brandon Hall, 70% das companhias afirmam que a sua gestão de performance é mediana ou abaixo da média e mais de 60% gostariam de implantar um sistema contínuo de gestão de performance. Isto não é novidade, mas hoje com o ambiente dinâmico e instável em que vivemos estes fatos ficam mais evidentes.