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permaartigo

por Hugo Nisembaum

O modelo P.E.R.M.A. criado por Martin Seligman, um dos fundadores da psicologia positiva, pode ser uma boa escala de medida da qualidade do ambiente e do bem-estar dos colaboradores.

Para quem não conhece P.E.R.M.A. é um acrônimo de 5 elementos que quando trabalhados levam ao bem-estar.

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5maneirasartigo

O cenário atual:

Apenas 15% de força de trabalho global está engajada e satisfeita com seu trabalho, esse é o resultado da pesquisa anual de engajamento feita pela Gallup, e já há algum tempo esse número oscila muito pouco.

No mundo temos 85% de pessoas desengajadas ou insatisfeitas com o seu trabalho.

De acordo com Dee Edington autora do livro "Zero Trends: Saúde como uma estratégia econômica séria", o custo de tratar colaboradores doentes excede e muito o custo de ajudar os colaboradores a se manterem saudáveis numa proporção de 19 para 1.

E é aí que os estudos e intervenções criadas pela Psicologia Positiva podem contribuir e muito para um ambiente de trabalho mais saudável.

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brucelee

por Hugo Nisembaum

(publicado originalmente em 13.08.2013)

Hoje tive mais uma constatação do que é sincronicidade. Trabalhando num projeto onde promovemos a utilização dos Pontos Fortes, chega um artigo de Jeremy McCarthy, responsável por um blog que acompanho e recomendo :The Psychology of Wellbeing.

Ele cita uma frase de Bruce Lee, que recomenda que sejamos como a água, que sem forma, se adapta a diversos conteúdos sem perder a sua essência, criando um ajuste perfeito ou encontrando a melhor maneira de fluir.

Esta analogia me agrada muito já que nos permite relacionar o que a psicologia positiva enxerga como possibilidades de obter bem estar e significado no trabalho.

Não se trata de encontrar o “trabalho dos sonhos” e sim encontrar maneiras de flexibilizar e adaptar-se ao seu meio e achar o “molde” perfeito ou uma perfeita fluidez.  

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Job Crafting - Como redesenhar e construir o futuro do seu trabalho.

por Hugo Nisembaum

Já tinha previsto escrever este artigo e ontem recebi mais um sinal de que está mais do que na hora de fazê-lo.

O Ricardo Amorim, manifestando sabedoria e bom senso disse: “A única forma de não ser dizimado pelas novas tecnologias e modelos de negócios é liderar a própria transformação”.

A forma tradicional pela qual as funções e estruturas organizacionais são definidas estão mudando com muita velocidade.

O trabalho é muito mais que uma caixinha em um organograma, hoje já é realidade de que se trabalha muito mais por projeto e em rede.

Ao ter que trabalhar desta forma eu tenho espaço pra definir como e com quem posso contribuir e isso irá orientar a minha atuação e o que preciso/quero aprender e realizar.

Uma definição de função exclusivamente top down não leva em consideração as contribuições que os ocupantes dessas posições podem e querem fazer para aproveitar o seu potencial.

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 mirrorsjpgArtigo1408med

por Miguel Nisembaum

Segundo investigação feita pela Psicóloga Organizacional Tascha Eurich apenas 10-15% dos líderes são autoconscientes, ou seja, tem uma percepção acurada de quem são e do impacto disso na vida dos outros e nos resultados do trabalho.

O lado reverso é que 95% dos entrevistados acham que são autoconscientes, ou seja, tem a ilusão de que sabem quem são.

Existem dois tipos de conhecimento que contribuem para autoconsciência:

  • Auto-observação, que o individuo se veja com clareza, quais os seus valores, o que aspira ser e fazer.
  • Ter consciência de como os outros nos veem, este muitas vezes é negligenciado, o processo de entender a percepção dos outros sobre nós e o impacto de nossas ações sobre eles.